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[Divulgue no MpL] A crônica inca proibida – Paulo Eduardo Michelotto

As atitudes mudam o destino, mas somente na parte em que é possível mudá-lo. Caráter, honra, coragem, lealdade, respeito aos próprios valores; uma viagem ao Peru Antigo; um livro escrito por um nativo delatando colonizadores e suas ações cometidas à margem da lei, bem como o pedido de Justiça; e um enigma somente decifrável pelo conhecimento das lendas incas – “A crônica inca proibida”, uma aventura exuberante e inesquecível.

Este livro narra a história de um encontro fictício de um trekking da nossa época que ajuda o indígena Felipe Guamam Poma de Ayala a atravessar o Peru, transportando o livro “Nova crônica e bom governo”, em que pretende denunciar formalmente perante ao rei Felipe III da Espanha, todas as atrocidades, desrespeitos, roubos e estupros praticadas pelos colonizadores espanhóis no Peru, sugerindo ainda medidas de bom governo.
Tal fato se passou durante a época colonial no Peru, 1635 e o indígena pretendeu atravessar o seu país, da vila do Norte do País em que residia até o porto de Lima, embarcando o livro proibido no navio até a Espanha, onde chegaria ao rei, tentando não ser descoberto e destruído pelos colonizadores espanhóis.

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11 Comments

    1. Paulo Eduardo Michelotto

      Olá Ana Karla! Li a sua resenha, é bem legal, bem como o seu site. Agradeço pelo elogio da capa de meu livro. Segue abaixo o quê eu já escrevi sobre a capa do livro “A crônica inca proibida”. Abraços, Paulo.

      A CAPA

      Falei para a Editora como eu imaginava a capa de meu livro. Algumas pessoas confundiram a paisagem com a de Machu Picchu, mas não é.

      Ela consiste na imagem de de um trekking, o “Doutor Aventura”, olhando em direção ao sítio arqueológico “Phuyupatamarca”.

      Para quem fez a trilha inca clássica até Machu Picchu, Phuyupatamarca pode ser vista no terceiro dia de trilha. Ela significa em dialeto “quéchua”, “cidade das nuvens” ou local das nuvens. Para quem a visualiza, é fácil perceber o motivo de seu nome.

      Phuyupatamarca foi construída no século XI da nossa era. A maior parte do ano é cercada por nuvens grandes e grossas, devido à sua proximidade com a selva baixa. Ela se localiza a uma altitude de 3.670 metros acima do nível do mar. Cerca de trinta pessoas habitavam o local na época dos incas.

      Ela é composta por plataformas de observação, terraços agrícolas e fontes com circulação de água doce, um ponto de vista, de onde se pode ver as ruínas de Intipata e Wiñaywayna, bem como o monte Salcantay. Além disso, ela contém uma série complexa de banhos cerimoniais conectados por canais de água doce. Estes banhos eram banhos rituais e funcionavam para cerimônias sagradas e religiosas.

      Neste sítio, nos podemos ver o sistema hidráulico que irriga plataformas inteiras e este sistema ainda funciona, mesmo construído há mais de 500 anos.

      Como quase a totalidade das construções incas, Phuyupatamarca, tem um perfeito equilíbrio com a natureza e o meio ambiente , seguindo um aspecto clássico e tradicional da mágica filosofia Inca.

      As ruínas de Phuypatamarca é um dos locais mais bonitos da trilha inca e está muito bem preservada, construída na encosta de montanha com um assentamento acima dele, que inclui ainda um templo, além da já mencionado sistema de irrigação. O Doutor Aventura passou por ela ao fazer Justiça e recomenda uma visita.

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  1. Paulo Eduardo Michelotto

    Olá, Laury, tudo bem? É simplesmente maravilhoso este teu site. Sinto-me muito orgulhoso por ter a minha obra divulgada por você. Grato. Um forte abraço. Paulo.

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  2. Laura Liz Alves

    Laury Alves, muito bom o seu site. É legal a gente encontrar gente como a gente, que ama os livros. Eu li o livro “A crônica inca proibida” e foi o melhor livro de aventura que já li, beijos, Laurinha

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    1. Olá, José Luiz! Grato pelo comentário. As denúncias foram verdadeiras e o livro foi achado trezentos anos depois de escrito, na biblioteca real da Dinamarca. É um mistério da arqueologia saber se chegou ou não ao rei do Portugal. Muitas coisas se conhece dos incas, graças ao livro “Boa crônica e bons costumes”. Forte abraço, Paulo.

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