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[Resenha] Princesa Adormecida – Paula Pimenta

Princesa Adormecida - Paula Pimenta

Olá! Como vão?

E mais importante de tudo: não, eu ainda não morri!! Apenas tentando colocar a vida em dia, o que diga-se de passagem, é mais difícil do que parece. kkk E sim, estou novamente na minha onda de nacionais (tenho vários na estante que já estão me gritando, outros a caminho e prefiro nem comentar a lista de compras da Bienal), então vamos a mais um deles.

*Se você também quer ler A Princesa Adormecida, participe da promoção de aniversário do blog, quem sabe você é a pessoa sortuda!*

São esses livros que me fazem ter certeza que eu serei uma eterna adolescente. Por mais que eu ame ler, às vezes eu entro naquela ressaca literária e nada me parece bom o bastante, nada me prende até o final, nada tem aquela coisa. E cheguei a conclusão que o que sempre me tira dessas ressacas são os famosos livros juvenis “bobinhos”. Porque sim, eu amo aquelas coisas meigas e fofas e bobas e incríveis.

Princesa Adormecida é o primeiro livro da Paula Pimenta que leio e me apaixonei na forma como a escrita dela é similar a da Meg Cabot (Diva do meu <3 ), que eu simplesmente adoro. É ágil, divertida, fácil, encantadora e adolescente. Aquele arzinho de primeiro amor, inocência com uma pitada de falta dela, os dramas, as lágrimas… Amo isso!

E sei que esse tipo de livro é aquele que muita gente fala “Nossa, que livro fraquinho, não passa de um passa-tempo, não me ensina nada.”. Pois eu serei aquela a discordar, porque esse tipo de livro me ensina tanto quanto aqueles profundos. Algumas vezes até mais. O ar de felicidade e simplicidade faz a gente ver a vida de uma forma mais leve e divertida. E livros assim me encantam.

Bem, agora chega de filosofar, vamos ao livro. Princesa Adormecida conta de história de como Áurea Roseanna Bellora se transformou em Anna Rosa para preservar sua vida. Seu pai – primo do príncipe de Liechtenstein – conheceu sua mãe – uma garota comum do Brasil – e a coisa toda foi um amor só, o grande problema é que quem os apresentou, não esperava e nem queria que ficassem juntos. E todo mundo bem sabe que nada pior que uma mulher tomada pelo rancor, certo?

Pois bem, Áurea quase foi sequestrada no seu batizado e depois disso passou a ser ameaçada constantemente, ao ponto de precisarem tirar Áurea do país e escondê-la no Brasil com seus tios e um nome falso. A coisa toda é que ela era uma criança muito pequena para se lembrar disso tudo e ela cresceu sem saber esse “lado” da sua vida. Mas sua infância foi linda ao lado dos seus tios maravilhosos – que apesar de eu acreditar que eram gays, tinham namoradAs – que lhe deram inúmeras coisas – inclui-se aqui infinitos animais – e a fizeram incrivelmente feliz.

Mas tudo tem um problema, certo? E o problema da nossa princesa é que ela se apaixonou por um desconhecido, e se entregar a esse amor poderia significar a descoberta de sua real identidade e a quebra da promessa que havia feito aos tios: namoro apenas após os 18 anos.

Bem simples, certo? O livro tem aquela pitada de clichê, mas é aquela pitada essencial, nada que faça você perder a paciência e largar o livro. Ele é adorável e eu me senti muito feliz por adivinhar o final.

Estou ficando treinada nessa coisa de olhar os detalhes.

Simplesmente amei os personagens. A Áurea é aquela adolescente com um ar adulto por ter sido criada apenas com adultos ao seu redor e ao mesmo tempo aquele ar doce e infantil de quem descobre o mundo. Seus tios são tão lindos que senti vontade de abraçar e apertar a bochecha. Seus pais são amor de mais e seus avós, mesmo que tenham aparecido pouco, pareciam carregar aquele ar de diversão que deixava tudo bem. E nosso par romântico é docinho de coco, às vezes até de mais, mas gostei.

Um ponto que não posso deixar de fora é a DJ Cinderela. Sabe aqueles personagens que dão um olá, mas sua simples aparição é o suficiente para roubar a cena? Ela foi essa personagem e eu acho que ela merecia ao menos um conto para si, se não um livro todo. Ok, sou exagerada, mas é verdade. Kkkk

Uma resenha gigante depois e o que eu posso dizer é que adorei o livro e seu ar encantado e brilhante. E para mim que gosto de classificar coisas por cores e texturas, achei dourado e aveludado. E isso é bom. Muito bom, na verdade. Recomendo para aqueles que querem dar um pulinho no inicio da adolescência e relembrar como era ser meiga e romântica e fofa e boba e feliz. É uma viajem maravilhosa!!

P.s.: AMEI essa capa! <3

E aí, já leram? O que acharam? Já estão participando da promoção para levar o livro para casa (não o meu, claro, porque sou ciumenta!)?

Beijos!

Laury.

5 Comments

  1. Nívea Kamimura

    Olha, eu nunca consigo comentar nos seus posts, porque seu blog tem alguma coisa com meus comentários, mas… Paula Pimenta! Amo amo amo, nossa, achei que era a única que gostava desses livrinhos “bobos”, eu já gostava do seu blog, mas agr q descobri q vc tb sai de uma ressaca literária com esses livros e que se encanta com esse tipo, ah

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