Resenhas

[Resenha] Duas Vidas, Um Destino – Jillian Hart

Duas Vidas, Um Destino

 

Olá! Como vão?

Perdão pelo horário que estou postando a resenha, é que resolvi criar vergonha na cara e pegar firme para conseguir terminar de escrever pelo menos um de meus livros, então estou mega concentrada e totalmente perdida da realidade, para varias. rsrs Mas eu lembrei da resenha! o/ E provavelmente (não é certeza), falarei do livro da Mila esse final de semana, porque não deu mesmo para falar ontem, estava escrevendo. 🙂

Mas vamos a resenha…

Que emoção, meu primeiro romance de banca! Quando achei uma banquinha perto do meu trabalho que vendia, eu quase surtei, porque desde que soube que isso existia, eu queria comprar um, mas nunca achava o lugar. Tinha na internet e tal, mas não tinha aquele ambiente, sabe? Eu queria conhecer o ambiente. Mas enfim, fui lá e escolhi o que tinha cara de mais meloso. Sim, parece que eu gosto de sofrer. E não deu outra.

Duas Vidas, Um destino se passa em Montana, em 1888. Conta a história de Linnea Holmstrom e Seth Gatlin.

Linnea é linda, educada, forte, com personalidade a se prezar, teria tudo para ser cortejada por um homem de sua época, casar, ter uma renca de filhos e ser feliz para sempre. Mas uma mancha negra se entendia em seu passado. A sombra negra que inunda seus olhos, esconde a sonhadora que já foi. Mas esse era seu problema: sonhos. Eles tinham acabado com qualquer possibilidade de futuro. Será?

Seth é um ex-militar (já me arrancou infinitos suspiros só por esse fato kkk) que veio a Montana para ajudar a meia-irmã, que ele não gostava tanto assim, com a vida no campo. Ele já tocara a felicidade, mas a perdera tão drasticamente que já não tinha esperança de encontrá-la novamente. Seu coração era rodeado por um muro alto e gelado, enquanto seus olhos continham a sombra de quem já tinha experimentado o pior da vida.

Quem ai é capaz de adivinhar o que aconteceu? Fácil, fácil. Ele colocou a cidade de pernas para o ar ao cortejá-la. Tudo começou de forma muito, muito simples, até ele se ver loucamente atraído por ela. Bem, quando comprei o livro, aquela sinopse de capa dizia basicamente isso – de forma menos poética, já que não sei porque resolvi escrever assim hoje, mas ok – e pensei que seria algo calmo, leve, sem complicações, sabe? Mas a sinopse deixou de fora um coisa: o quanto as pessoas podem ser cruéis.

Comentários são o de menos. Linnea é tratada por boa parte da cidade como lixo. Ela sofreu anos por seu “erro” e aprendeu a conviver, ficando em casa costurando e trabalhando para se sustentar e sustentar a mãe cega, mas quando Seth chegou e a tratou de forma descente, a cidade surtou! Insultos triplicaram e as atitudes me embrulhavam o estomago. Ninguém a achava no direito de encontrar a felicidade.

Ok, o conceito de felicidade da época, não é bem o meu conceito – ainda que o livro conseguiu me fazer ficar tentada a esse conceito por um leve período de tempo –, mas o nojo que senti daquelas pessoas e a agonia que senti por Linnea não sou mensuráveis.

Não vou dizer que a escrita do livro é das melhores, porque não é! Ele é bem velhinho e acho que da época que o povo estava pouco ligando para edição, por isso tem umas coisas bem irritantes de se ler e tentar entender, mas depois que você lê umas 50 páginas acaba até se acostumando e engolindo as coisas erradas.

A história é meiginha sem ser meiginha. Tem um quê de maldade, mas um quê de felicidade. Leria de novo sem sombra de dúvidas. Li de madrugada, e não sei se por foi por causa disso ou por causa da história mesmo, mas eu chorei. Nossa, como chorei! E não tinha um motivo certo, ao estilo tal pessoa morreu, não. Chorei sem motivo e descontroladamente. Um choro de expectativas ruins. Que seu coração diz que tudo vai desandar. Me lembro de ter chorado assim duas vezes, em Perdida e em Crepúsculo (por favor, não é o Crepúsculo da Stephenie Meyer, e sim o da Meg Cabot, o final de A Mediadora, ok?). Os dois também de madrugada. Quem sabe que fique mais sensível de madrugada, quem sabe.

Mas enfim, uma coisa que o livro ao estilo romance de mulherzinha, não deixa a desejar é o homem perfeito. Seth é o homem perfeito! Assim como o Max de Procura-se um Marido, ele tem o lado príncipe encantado e lobo mal, o que torna tudo mais interessante, não acham? É delicado, quer sempre proteger as pessoas, não admite que tratem mal uma mulher, mantém sua palavra… e mesmo com toda a pinta de príncipe encantado, sente desejo, deseja a mulher com todas as suas forças, tem seu lado feroz que luta com seus princípios. Acho (só acho kkk), que se um dia eu resolver casar, meu marido vai ter que ser assim, ou nada feito. Kkkk

E sim, eu recomendo. Essa historia de leitura para mulherzinha até que faz bem. rsrs

Beijos!

Laury.

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